3 lições que os superendividados precisam conhecer

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O ano de 2016 não está sendo um ano fácil. Com a crise, muitas pessoas que antes não controlavam suas finanças, aprenderam – mesmo que por obrigação – o básico de administração financeira. Algumas, com controle e hábito, conseguem deixar as contas no azul, porém, existe outro fator: o desemprego.

 

O desemprego é, sem dúvidas, um dos pontos mais perversos da crise, pois vai corroendo a esperança das pessoas aos poucos, dia após dia. Com o desemprego, outro fenômeno cruel começa a assombrar a vida de muita gente: o superendividamento.

 

O Dinheirama listou algumas lições para superendividados, e nós destacamos 3 delas:

 

1. Olhe seu orçamento e corte despesas para pagar suas dívidas

 

Quem está superendividado, certamente não ficou assim da noite para o dia. Na maioria dos casos, a dívida foi crescendo durante alguns meses. Não existe melhor definição do que a “bola de neve”, que vai crescendo e, aos poucos, ganhando força e volume, até ser impossível de ser controlada.

 

O endividado precisa estar ciente de que durante algum tempo o foco será todo voltado para o pagamento de dívidas. Corte tudo o que não for essencial, tudo mesmo! Lembre-se da lição anterior: não existe facilidade para superar um problema tão sério.

 

2. Busque alternativas para aumentar sua renda

 

Quase todo mundo sabe fazer várias coisas diferentes. A criatividade é sem dúvida um dos elementos mais importantes na hora de buscar alternativas para aumentar a renda.

 

Descubra o que você pode fazer, buscar alternativas para aumentar sua renda é uma ajuda que pode ser mais do que bem vinda.

 

3. Negocie, mas sempre cumpra seus acordos

 

Conheci algumas pessoas que passaram por graves problemas ao longo da vida, que os levaram ao superendividamento. Em todos os casos onde houve solução do problema, as pessoas assumiram seus erros e partiram para a ação,  “cortando na carne” e focando em criar oportunidades, que no médio e longo prazo, além de produzirem uma solução para o endividamento, também fossem capaz de transformá-las em consumidores e investidores conscientes.

 

Para isso, uma das lições mais importantes é tomar a iniciativa de negociar uma solução para o pagamento da dívida. Vale ressaltar que, nesse ponto, o poder estará sempre ao lado do devedor, pois não existe alguém mais interessado em receber do que o credor.

 

Seja realista, ofereça um acordo que seja factível para o atual momento de sua vida e faça de tudo para cumprir o que for combinado. Se o acordo não for possível, os órgãos de defesa do consumidor estarão sempre aptos a intermediar soluções que funcionem para devedores e credores.

 

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