6 coisas que podem sabotar a renda familiar e como evitá-las

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Administrar a renda familiar é um assunto que muitas pessoas ainda possuem certa dificuldade, principalmente por conta de hábitos que acabam sendo prejudiciais para a economia do lar.

 

Alguns detalhes devem ser levados em consideração para um melhor rendimento administrativo, como organização e planejamento das contas fixas e variáveis, investimentos, entre outros detalhes.

 

Não é um trabalho fácil, porém, se bem estruturado, o dinheiro obtido pode se tornar mais rentável do que se possa imaginar.

 

Confira aqui algumas coisas comuns, mas que podem sabotar a renda familiar e saiba como evitá-las!

 

1. Não estabelecer um limite para uso do cartão de crédito

 

O cartão de crédito é uma ferramenta muito utilizada para o pagamento de diversas despesas do dia a dia individual e familiar. Por meio dele, é possível ter a escolha do dia de pagamento das faturas a serem concentradas nele.

 

Mas, muitas pessoas não fazem o controle dos seus gastos e acabam usando o cartão como um “dinheiro de emergência”. Não se atentar ao orçamento familiar, faz com que toda a renda seja comprometida para o pagamento de compras em excesso.

 

Como se não bastasse, quando não conseguem realizar esses pagamentos, parcelam as faturas, resultando assim, no início das dívidas com os bancos. Em muitos casos essas parcelas se acumulam e viram uma bola de neve, fugindo do controle total.

 

Para evitar o problema, é importante considerar utilizar apenas uma porcentagem da renda para as compras no cartão de crédito. Especialistas recomendam separar cerca de 30% da renda familiar para esse fim, de forma a controlar os gastos.

 

2. Não ter fundo emergencial

 

Grande parte das famílias brasileiras não incluem em seu planejamento financeiro (se é que fazem) o fundo de emergência. Situações de urgência aparecem e é preciso ter uma fonte para suprir essas necessidades.

 

O fundo de emergência é fundamental para os momentos em que surgem contas ou pagamentos que estavam fora do planejamento orçamentário. Também pode servir para a compra de determinados produtos que possam aparecer por uma necessidade em especial, por exemplo.

 

É ideal que seja estipulado um valor de acordo com a renda total. Fixe esse valor, seja semanal ou mensal. Vai de acordo com a sua disponibilidade. Você perceberá a diferença total nos momentos de emergência.

 

3. Não contar com um plano de saúde

 

No momento de decidir em contratar um plano de saúde familiar ou não, pense em um ponto: não é um gasto, e sim um investimento. Principalmente para famílias, os gastos na área de saúde são constantes, seja exames de rotina, tratamentos, avaliações, internações, entre outras que possam surgir.

 

No contexto abordado, a principal vantagem em optar pelo plano é a inclusão desse valor no planejamento financeiro. Com ele já inserido, você não terá preocupações com gastos em excesso na saúde. Tudo já estará previamente programado.

 

4. Não estabelecer metas de gastos

 

Ter uma meta para os seus gastos, principalmente quando se trata de lazer, é uma prevenção para futuras dívidas que possam surgir. Essas metas farão com que as chances de serem alcançados seus objetivos financeiros, seja uma viagem ou aumento de renda, por exemplo, sejam maiores.

 

5. Não investir

 

Está cada vez mais em alta os investimentos de alto risco, que proporcionam ao investidor maior retorno financeiro. É importante que antes que essa ação seja realizada, o investidor busque informações seguras sobre os tipos de investimento e as melhores chances de serem alcançadas os valores desejados.

 

Podemos citar alguns tipos, como o Tesouro Direto, CBD (Certificado de Depósito Bancário), LCI e LCA, Fundos de Investimentos, Ações, entre outros. Na dúvida, é essencial contar com um especialista.

 

6. Não ter controle sobre as compras

 

Comprar com pressa ou só porque determinados produtos estão baratos, é um erro muito comum. Além disso, fazer das compras uma terapia, acaba por ser um perigo para o orçamento familiar.

 

Muitas pessoas agem dessa forma sem perceber e acabam por comprometer mais do que está disponível para pagar. Outro ponto que merece atenção é não conseguir evitar de comprar quando determinados produtos estão na promoção.

 

Não é incomum ver famílias entrando em dívidas por comprar coisas que não precisam, só pelo fato de que estas estavam com preços mais baixos. Muitos, não se atentam ao fato de que, de parcela em parcela, a dívida mensal vai além do que a renda familiar pode suprir.

 

É importante considerar sempre um orçamento para as compras. Ou seja, dentro dos 30% do orçamento familiar, como no caso do cartão de crédito.

 

Essas são algumas coisas que podem sabotar a renda familiar e como evitá-las. Para quem não consegue ter um controle financeiro, é importante se consultar com um especialista em finanças.

 

Por: Andreia Silveira, editora no PlanodeSaude.net.

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