6 maneiras fáceis de economizar com transporte

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Você já parou para pensar ou mesmo colocar na ponta do lápis exatamente quanto você gasta com transporte? E quanto tempo você gasta em trânsito durante a semana? Esse é um tema constantemente debatido. Grandes cidades, como São Paulo, tentam lidar com o problema de diversas maneiras: construção de ciclovias, demarcação de faixas exclusivas para ônibus e táxis, rodízio de carros, entre outros. Mas ainda que você não more na maior metrópole do país, provavelmente já se deparou com situações frustrantes e refletiu sobre formas de melhorar suas condições de transporte, não é mesmo?

 

Em termos financeiros, é importante notar que há muitas vantagens em relação ao uso do transporte público (ônibus, metrô e trem) e privado (sistemas de carona). Normalmente, quando pensamos em carros como meio de transporte, deixamos de considerar alguns gastos que, se evitados, poderão gerar verdadeiras revoluções financeiras. Se você quer aprender a economizar com transporte, continue lendo esse post.

 

1 – Contabilize todos os gastos mensais com seu carro

 

Ao colocar na ponta do lápis todos os gastos envolvidos com a manutenção de um automóvel, é comum que as pessoas lembrem-se apenas dos gastos essenciais: gasolina, IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e seguro obrigatório. Entretanto, é fundamental que outros gastos — ou custos de oportunidade — também sejam considerados.

 

Além do seguro obrigatório, a maioria dos proprietários realiza apólices de seguro com empresas privadas, cujo valor para carros populares pode chegar a R$ 2 mil por ano. Esse valor deve ser somado ao IPVA e ao seguro obrigatório e dividido por 12, para que você obtenha o gasto médio mensal com essas taxas.

 

Além disso, é importante que você considere outros gastos fixos, como lavagem (mensal ou quinzenal) e estacionamento (seja ele particular ou público). Esses gastos devem ser somados às despesas com combustível. Finalmente, é importante também considerar gastos com a manutenção do veículo, que variam de acordo com o tempo de uso e com a marca do carro. Pneus, por exemplo, devem ser trocados com frequência (a depender do uso), o óleo e os filtros de seis em seis meses. Isso sem contar com eventuais falhas mecânicas, trocas de peças, furos de pneus, etc.

 

2 – Imagine (e contabilize) quanto gastaria usando o transporte público

 

Essa não é uma conta difícil de fazer. Muito provavelmente, se você é empregado, já fez esse cálculo ao considerar o recebimento de auxílio-transporte. Independentemente da inflação e do preço relativamente alto dos transportes públicos no Brasil, é bem provável que o valor mensal de gastos com ônibus, metrô ou trem seja inferior ao que você calculou com os gastos com o seu carro particular. Os custos da utilização de um automóvel superam, em alguns casos, até mesmo os da utilização de táxis. A partir do cálculo em relação à utilização do transporte público, reflita sobre a possibilidade de deixar o automóvel particular de lado, ainda que apenas durante a semana.

 

3 – Separe um dia da semana para usar o carro

 

Uma sugestão é que você separe um dia da semana (sexta ou sábado, por exemplo) para a realização de todas as tarefas que exigem a utilização do automóvel. Nesse dia, faça supermercado, visite o amigo que mora longe e passeie com seus familiares. Isso otimiza a utilização do carro e reduz imensamente seus gastos com combustível e estacionamento, por exemplo.

 

4 – Caminhe ou vá de bicicleta

 

Antes de sair de casa com o carro, pare e pense: é mesmo necessário? Talvez essa seja uma oportunidade para que você realize um exercício, caminhando até o destino. O mesmo ocorre com bicicletas, que podem ser úteis até mesmo em trajetos de média distância. Essa será uma medida de economia e, mais do que isso, acarretará benefícios à sua saúde e bem-estar.

 

5 – Crie um grupo de carona

 

Muito provavelmente, existem colegas de trabalho que moram relativamente perto de sua casa (ou no caminho do trabalho) e que também utilizam automóveis. Nesse caso, porque não montar um grupo de revezamento de caronas? Se apenas uma pessoa possui carro, porque não ratear os custos com combustível, por exemplo? Além de diminuir o número de carros no trânsito e, consequentemente, desafogar o tráfego das vias, essa medida estimula a socialização e a colaboração entre colegas.

 

6 – Escolha veículos mais econômicos

 

Se, apesar de todas essas dicas, você ainda sentir a necessidade de utilizar diariamente um veículo pessoal, que tal escolher modelos mais econômicos? Os carros mais populares, além de mais econômicos, acarretarão menos gastos paralelos. O valor do IPVA, por exemplo, é proporcional ao valor do carro. Além disso, carros mais potentes consomem mais combustível, principalmente nas cidades, onde o tráfego intenso impede que o trânsito flua e a velocidade do carro se desenvolva.

 

Esses são os principais aspectos que devem ser considerados para quem quer economizar com o transporte. Ficou com alguma dúvida ou tem alguma sugestão sobre o assunto? Deixe nos comentários!

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