7 passos para você fazer um bom negócio ao comprar um carro usado

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Carros custam caro. Os modelos zero quilômetro são os que mais pesam no bolso: o cheiro de carro novo tem seu preço! Buscando a economia, muita gente se volta aos veículos usados na hora de fazer esta aquisição.

 

Mesmo optando por um seminovo, o investimento é considerável: um Sandero usado, por exemplo, pode ser bem mais barato do que um zero. Mas, ainda assim, haverá gastos com manutenção, seguro, combustível, etc. É preciso tomar cuidado para não estourar o orçamento!

 

Por outro lado, lojas de carros usados e muitas outras cidades frequentemente “maquiam” os automóveis. O objetivo? Ocultar defeitos e fazer com que o comprador pague muito mais do que o veículo realmente vale.

 

Portanto, se você está interessado em comprar um carro usado, é importante saber quais características valorizam e desvalorizam o veículo. Assim, você diminui a possibilidade de levar gato por lebre e paga um preço justo.

 

Te ajudamos com isso: confira nossas 7 dicas para fazer uma excelente avaliação de carros usados e garanta um excelente negócio!

 

1 – Confira a tabela FIPE do modelo

 

Se você ainda não pôde ver o carro ao vivo, a tabela Fipe é o melhor lugar para tirar as primeiras conclusões sobre o preço e saber se ele é justo ou não. De acordo com seu próprio site, ela “expressa preços médios de veículos no mercado nacional, servindo apenas como um parâmetro para negociações ou avaliações. Os preços efetivamente praticados variam em função da região, conservação, cor, acessórios ou qualquer outro fator que possa influenciar as condições de oferta e procura por um veículo específico”.

 

Por exemplo: se você estiver interessado em um Prisma usado, pode usar a tabela como ponto de partida para avaliar se o modelo em questão está dentro do preço médio. Quanto mais informações você tiver sobre o carro, melhor!

 

2 – Verifique se o veículo já foi batido

 

Carros batidos são muito propensos a apresentar problemas mecânicos, além de, muitas vezes, terem problemas de alinhamento na carroceria e simetria da lataria. Consequentemente, seu valor pode ser até 30% menor.

 

Os donos sabem disso. Assim, fazem tudo o que podem para maquiar as consequências de uma colisão. Cabe a você procurar os sinais disso e evitar um mau negócio!

 

Um preço muito abaixo da tabela Fipe é a primeira fonte de suspeita: se uma pessoa quer muito se livrar de um carro, com certeza há um motivo por trás disso.

 

A pintura também pode te dar pistas sobre eventuais colisões. Se ela apresentar diferenças de tom entre diferentes partes da lataria, é sinal de que ela foi retocada apenas naquele local, possivelmente para ocultar um amassado.

 

Agora, não há nada mais infalível do que examinar o local onde fica o estepe: esta é a única área cujo formato não pode ser recuperado após uma colisão. Se houve uma batida na traseira, ela ficará permanentemente deformada.

 

Por fim, veja se a lataria é simétrica. Se uma porta tiver um vão mais frouxo que as demais, por exemplo, é sinal de que houve uma colisão.

 

3 – Cheque se o chassi foi renumerado

 

O chassi é como se fosse o número da identidade de um veículo. Muitas vezes, quadrilhas especializadas mudam ilegalmente o número, de modo a vender um carro roubado sem que ninguém perceba. Em outras situações – como acidentes – ele pode ser alterado com o aval das autoridades de trânsito.

 

Contudo, isto deve ser feito em uma empresa especializada: quando o trabalho é de má qualidade, pode haver suspeitas sobre a procedência do carro, o que derruba instantaneamente seu valor.

 

Por isso, sempre peça para ver o número do chassi no motor. Se ele tiver sido remarcado de forma amadora, o carro automaticamente vale 20% menos.

 

4 – Faça a verificação visual com o carro seco e em um local com iluminação uniforme

 

Dar uma olhada no carro que você pretende comprar é fundamental para garantir um bom negócio. Contudo, é preciso ter muita atenção!

 

Fatores como sol forte e chuva podem ocultar amassados e danos à lataria, que desvalorizam o carro. Portanto, é muito importante que você faça a conferência em um local com iluminação uniforme, nem muito forte nem muito fraca, e com o carro seco.

 

5 – Dê uma olhada no desgaste dos pneus

 

Os pneus têm muito a dizer sobre o estado de funcionamento de um carro, e, consequentemente, sobre o seu valor. Quando tudo está nos conformes, eles se desgastam no mesmo padrão e na mesma proporção.

 

Agora, digamos que o carro esteja com um problema de alinhamento e a direção esteja puxando para a direita. Neste caso, os pneus deste lado apresentarão um desgaste diferente dos que estão do lado esquerdo. Como este problema demanda manutenção, reduz o valor do carro.

 

6 – Desconfie de um motor e de uma lataria perfeitos demais

 

Um motor em bom estado é o requisito mínimo para fazer um bom negócio na compra de um usado. Se a peça apresentar problemas, o valor do reparo pode fazer o barato sair bem caro!

 

Por conta disso, quando os proprietários sabem que há um vazamento, fazem tudo o que podem para ocultá-lo e passar o abacaxi adiante. Uma das medidas mais comuns é fazer uma limpeza profunda (até demais) no motor.

 

Assim, peça para vê-lo. Se ele estiver limpo demais, sem sinal algum de uso, suspeite!

 

O mesmo vale para a lataria: carros seminovos sempre têm marcas de uso. Quando o exterior está perfeito demais, pode ter sido maquiado para ocultar amassados. Mais um motivo para fazer uma inspeção ocular meticulosa!

 

7 – Faça um test drive

 

Não há modo melhor de avaliar um carro do que por meio de um test drive! Ao dirigir, você pode perceber eventuais problemas de funcionamento que diminuem o valor do veículo. Alguns sinais de problemas são frenagem lenta, aceleração inconstante, balanço em excesso e superaquecimento. Estes são sintomas de que o automóvel vai precisar de uma temporada na oficina, e que, consequentemente, vale menos.

 

Conhece alguém que está prestes a comprar um carro usado? Compartilhe este conteúdo e ajude-o a fazer um excelente negócio!

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