CFD: o que é e como utilizar nas finanças pessoais?

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Investir para realizar projetos de curto, médio e longo prazo é um dos conceitos básicos do mundo financeiro. Mesmo com modalidades tradicionais, como o Tesouro Direto e a Previdência Privada, de tempos em tempos surgem novidades no mercado, como é o caso do CFD. Mas, o que é CFD e como utilizá-lo nas finanças pessoais?

 

Tudo o que você precisa saber sobre os CFDs

 

Um tipo de investimento bastante moderno, os CFDs são produtos financeiros derivados que tem o preço baseado em um ativo subjacente. Falando nesses termos, pode até parecer complexo, mas é mais simples do que parece.

 

A sigla ajuda a entender a proposta do investimento: CFD, do inglês, significa Contrato por Diferença. Esse contrato é referência ao acordo feito entre duas partes sobre o movimento do preço de um ativo.

 

Na prática, significa que quem realiza esse tipo de investimento não está adquirindo um ativo, mas sim firmando um contrato onde é possível ter lucro ao acertar a movimentação de determinado item. A grande vantagem dos CFDs é que é possível negociar produtos financeiros, sem ter a obrigação de possuí-los.

 

Mas como o CFD pode ser utilizado nas finanças pessoais?

 

A resposta é simples! Como se trata de um mercado financeiro muito rápido, os preços variam em questão de horas, o que pode fazer com que um contrato ganhe valor considerável em pouco tempo. Assim, ao dedicar parte de suas finanças pessoais ao CFD, existe a chance de obter lucros.

 

É importante ter em mente que esse tipo de investimento conta com um grau de risco, sendo considerado uma renda variável, por isso, não coloque toda a sua reserva financeira nos CFDs. De fato, uma dica fundamental para quem quer ter uma vida financeira melhor é diversificar os tipos de investimento.

 

Além disso, ter conhecimento no assunto faz bastante diferença. Na internet, é possível encontrar diversos materiais sobre o tema, incluindo cursos completos de corretor XTB Forex. Quanto mais informação, maiores são suas chances de sucesso.

 

O dinheiro para investimentos

 

Contar com recursos para investimentos não é uma realidade para todas as famílias brasileiras. De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 66% dos brasileiros estão endividados.

 

Essas dívidas vão desde problemas com cheque pré-datado, passando pelo cartão de crédito e cheque especial, até carnês de lojas e empréstimo pessoal. Boa parte desse comportamento é reflexo de uma rasa educação financeira que a maioria das pessoas recebem ao longo da vida.

 

Ainda assim, existem fatos que mostram que a população está buscando informação para mudar este padrão. Um exemplo é o número de pessoas físicas na Bolsa de Valores que, segundo dados de maio de 2020 da B3, somam mais de um milhão de CPFs, um montante recorde.

 

A falta de dinheiro para investir também tem relação com o não planejamento, essencial para começar a organizar a vida financeira. Com esse tipo de organização, é possível colocar parte do dinheiro em uma reserva de emergência e parte para investimentos diversos, incluindo o CFD.

 

Bônus: Como gerenciar as finanças pessoais para começar a investir

 

Se você ainda tem dúvidas sobre finanças pessoais, separamos 5 passos essenciais para mudar sua atitude e começar a acumular valores para entrar de vez para o mundo dos investimentos. Confira:

 

1 – O primeiro passo é entender o quanto você ganha e o quanto você gasta. Esse aspecto é importante porque muita gente não tem noção de seus gastos mensais. Lembre-se de incluir qualquer compra que você fizer, seja no cartão ou no dinheiro.

 

2 – Identifique quais são os pontos que mais drenam dinheiro mensalmente e descubra se existe uma forma de reduzir os custos.

 

3 – Faça um orçamento para suas finanças pessoais colocando limites do quanto você pode gastar em cada área da vida (e se esforce para fechar o mês ou a semana dentro do valor estipulado).

 

4 – Comece a guardar dinheiro. Se você ainda não tem uma reserva de emergência, esse deve ser o destino das primeiras economias. A reserva de emergência deve cobrir 6 meses dos seus gastos habituais, o que dá uma segurança caso você tenha um imprevisto.

 

5 – Fez a reserva de emergência? Hora de guardar dinheiro para investir! Você pode começar com investimentos de baixo risco e ir evoluindo até chegar em opções lucrativas, como o CFD.

 

E aí, você já está pronto para investir? Compartilhe com a gente sua experiência nos comentários!

 

Por Niccolas Paganini, jornalista e redator freelancer em Marketing de Conteúdo.

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