Comece 2020 com o pé direito melhorando seu planejamento financeiro

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Economizar é importante tanto em épocas de crise quanto em épocas de bonança, não é mesmo? Imaginemos então durante os períodos festivos, como os de Natal e ano novo.

 

Você sabia que existe até um Dia Mundial da Poupança? Sim, dia 31 de outubro. Porém, pesquisas feitas pela Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) revelam que, infelizmente, 80% dos brasileiros não consegue poupar dinheiro.

 

Mesmo que você esteja entre os 20% que consegue, siga adiante na leitura para aprender mais algumas dicas e conceitos fundamentais para uma boa economia doméstica.

 

Qual a renda mensal de toda a família?

 

É bastante pertinente falar sobre economia e redução de gastos pessoais durante as festas de fim de ano, pois é em temporadas assim que as pessoas mais se complicam em termos financeiros.

 

Há gastos que podem ocorrer em qualquer época, como a compra de acessórios para carros, mas essas não são as mais comprometedoras para as finanças do lar.

 

Com isso, as festividades mostram a verdadeira natureza do problema: falta de planejamento e de controle básico sobre os números.

 

Aqui existem duas variáveis que precisam ser dominadas. A primeira é quanto exatamente você, o casal ou a família gera de renda, ou seja, quanto dinheiro entra por mês.

 

A segunda é quanto sai em termos de contas fixas, que costumam ser:

 

→ Aluguel ou prestação imobiliária;

→ Água, luz, internet e outros serviços;

→ Gastos com educação e saúde;

→ Compras de mercado e farmácia, etc.

 

No começo, pode parecer difícil levantar esses valores, mas com o tempo fica mais fácil.

 

A importância de negociar e renegociar

 

Muita gente pensa que uma cultura de economia começa com corte de gastos, mas não é verdade. Como vimos acima, a organização vem em primeiro lugar.

 

Quando você compra um carro, por exemplo, é importante ter em mãos a perícia ou laudo cautelar, que atesta as condições do automóvel. 

 

Com as economias pessoais é igual: é preciso ter esse controle que atesta sua situação financeira.

 

Depois vem a hora de cortar gastos naquilo em que é possível fazê-lo. Naturalmente, vários dos investimentos listados acima nem sempre poderão ou deverão ser evitados.

 

Contudo, é sempre possível economizar e encontrar serviços semelhantes por valor mais em conta, ou mesmo renegociar serviços de que você já desfruta a fim de que se tornem mais baratos.

 

Os planos telefônicos e a escola dos filhos são grandes exemplos de investimento que costumam comportar negociações e redução do plano mensal. 

 

Outra dica nesse cenário é pesquisar sempre antes de realizar qualquer nova compra ou investimento.

 

Economizar não é um “privar-se de tudo”

 

Certamente há investimentos que são mais importantes, como saúde e educação. Há outros, porém, que muita gente deixa de fazer por considerar supérfluo, quando não é o caso.

 

Um bom exemplo seria um curso de violão acústico. A verdade é que economizar não implica “deixar de fazer muitas coisas”. De novo: sempre há soluções mais em conta para serviços/produtos que você queira consumir.

 

No caso do curso mencionado, uma boa dica seria, se o valor da modalidade presencial estivesse puxado, procure uma versão online, que certamente sairia mais em conta.

 

Outro bom exemplo é o das compras de supermercado. Obviamente indispensáveis, é possível realizá-las de várias maneiras, algumas mais econômicas que outras.

 

As dicas para economizar vão desde fazer as compras sempre bem alimentado (psicologicamente, assim você comprará menos “comidas tentadoras”), até fazer uma lista, antes de sair de casa, sobre o que realmente precisa ser adquirido.

 

As tão difíceis reservas de emergência

 

Na linha do que já vimos, haveria uma lista interminável de conselhos, tal como economizar também com o transporte (se você vai trabalhar de carro, tente carona com alguém), etc.

 

No entanto, uma dica fundamental que costuma ficar de fora é a das reservas. É possível poupar mais do que costumamos guardar.

 

Nesse sentido é fundamental privar-se de algumas coisas, ao menos até conseguir o valor ideal para ficar tranquilo: cerca de seis meses do valor total de seus gastos fixos.

 

Para isso vale de tudo, desde trocar o carro por outro mais barato, até recorrer a reparos em vez de novas compras, como manutenção de nobreak, notebook ou celular, em vez da compra de novos aparelhos.

 

A questão essencial aqui é que a falta dessa reserva é que costuma colocar as famílias em dívidas que correm a juros. Daí que vêm as temíveis bolas de neve do cartão de crédito, cheque especial e afins.

 

Com base nessas diretrizes práticas e teóricas certamente você terá um 2020 mais azul e, com o tempo, pegará gosto pela prática.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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