Como saber se um empréstimo é a melhor escolha para sair das dívidas?

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Quem quer sair das dívidas está sempre em busca de alternativas que possam trazer alguma vantagem e ajudem a mudar a situação atual. Afinal, ninguém gosta de ficar inadimplente ou de ter dificuldade de arcar com seus compromissos.

 

Imprevistos e emergências podem acontecer na vida de qualquer pessoa. Mas aí fica uma dúvida: como saber se um empréstimo é a melhor escolha para sair do vermelho?

 

Se você também quer saber, então aproveite para fazer essa avaliação.

 

Quando um empréstimo pessoal é indicado?

 

A questão principal é: será que realmente vale a pena fazer um empréstimo pessoal para sair das dívidas? Essa resposta certamente irá depender de diversos fatores. Mas, no geral, um empréstimo pode ser uma boa alternativa quando:

 

1 – Não há dinheiro suficiente para quitar o débito

 

Essa é uma situação bem comum. Quando não há crédito suficiente para saldar o débito completamente, uma opção pode ser contratar um empréstimo.

 

Na prática, quer dizer que você estará trocando uma dívida por outra. Então, todos os cuidados ao tomar um empréstimo são indispensáveis. Aproveite para saber quais são os 6 erros frequentes na hora de pedir empréstimo e como evitá-los.

 

Algumas linhas como o empréstimo consignado estão disponíveis inclusive para quem está negativado.

 

2 – A taxa de juros do empréstimo é mais barata

 

Compare a taxa de juros e o Custo Efetivo Total (CET) da dívida atual e do empréstimo de interesse. Para compensar efetivamente, o CET da nova dívida deve ser menor que a da atual.

 

Vale a pena ficar atento, uma vez que modalidades como cartão de crédito e cheque especial têm os maiores custos totais. Isso sem contar, é claro, que têm as taxas de juros mais altas.

 

Portanto, essa será a melhor escolha quando a nova dívida for mais barata. Se decidir pelo empréstimo, contrate apenas o valor necessário para não correr o risco de não pagar.

 

3 – O prazo para pagamento não irá atrapalhar o orçamento

 

Geralmente, um empréstimo é uma dívida de longo prazo. Existem algumas modalidades que permitem o parcelamento do contrato em até 120 meses, por exemplo.

 

Ao escolher um tipo de empréstimo pessoal, é muito importante avaliar o prazo para pagamento. Quanto maior o prazo, maior a taxa de juros paga (e por consequência maior o CET).

 

O prazo ideal é aquele em que as parcelas caberão no seu bolso, sem sacrificar o orçamento pessoal ou familiar. Assim, antes de fechar qualquer negócio faça uma simulação antes.

 

Veja agora em que casos um empréstimo não é indicado para quem pretende se livrar das contas.

 

Quando um empréstimo pessoal não é indicado?

 

Acredite: um empréstimo nem sempre irá resolver todos os problemas. Em muitos casos, a questão não é só a falta de dinheiro, mas sim a falta de planejamento e organização financeira (mas para ajudar nessa missão, conte com o Organizze).

 

1 – Você já fez uma renegociação com o credor

 

Se você já tiver alguma renegociação com o credor, inclua no seu orçamento a parcela do acordo e se esforce para pagá-la dentro do prazo.

 

Se o saldo devedor for pequeno, muitas vezes um empréstimo sairá mais caro e não será necessário. Deixe para solicitar crédito adicional, quando realmente precisar ou tiver uma urgência que exigirá um limite disponível maior.

 

2 – O empréstimo não ajudará a sair das dívidas

 

Ter um objetivo claro para o uso do dinheiro do empréstimo ajuda a evitar outras dívidas. Assim, você pode utilizar parte ou todo o dinheiro solicitado para pagar sua dívida.

 

Entretanto, se o valor da dívida aberta for maior que o valor do empréstimo, reavalie também se o empréstimo realmente valerá a pena (e lembre-se de considerar na conta final o CET).

 

Outras alternativas para sair das dívidas

 

Se o empréstimo não se mostrar a melhor escolha para que você consiga ficar no azul novamente, avalie outras opções.

 

A primeira delas é, sem dúvida, renegociar direto com seu credor. Depois disso, buscar fontes alternativas de renda extra pode contribuir para juntar o valor necessário. Apesar de não trazer retorno imediato, muitas vezes, pode ser uma solução interessante.

 

Poupar dinheiro é outra forma de fazer o seu dinheiro render mais. Você pode seguir as dicas para economizar dinheiro com serviços no dia a dia, além de outras que podem ser aplicadas no seu dia a dia.

 

Vender bens ou objetos pessoais também podem ser alternativas de fácil acesso. No entanto, por se tratar de uma decisão definitiva, avalie os riscos e consequências para não ficar sem o bem e sem o dinheiro.

 

Última dica: fuja das falsas promessas de crédito disponíveis no mercado, para não cair em golpes e fraudes. A boa notícia é que hoje já é possível limpar o nome e sair das dívidas, fazendo ou não um empréstimo.

 

E a principal recomendação é não cair em desespero. Com um mínimo de planejamento e disciplina você pode ter uma vida financeira saudável outra vez!

 

Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

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