Quando o dinheiro pode ser prejudicial a saúde

Escrito por: - Publicado em: 18/11/2011

Até que ponto pode-se considerar normal economizar ou gastar o dinheiro? Há basicamente dois opostos quando pensamos em economia doméstica:

 

  1. Aqueles que gastam mais do que ganham e;
  2. Aqueles que não usam o dinheiro nem para as necessidades básicas.

 

A maioria das pessoas é influenciada pelos anúncios a comprar e gastar o dinheiro do seu salário. De certa maneira, gastar é uma atividade saudável e boa para a economia local e global. Mas há um ponto em que gastar pode se tornar um problema sério. Quando as pessoas vão as compras para suprimir alguma frustração ou compram apenas pelo hábito de comprar, pode-se estar em um patamar onde a ajuda seja importante.

 

Muitas pessoas não se sentem bem em casa, por problemas familiares ou por outros motivos e acabam saindo para aliviar a sensação de desconforto. Nesse momento, muitos vão em lojas, tentando ter algum prazer para diminuir a tristeza dos problemas. Ou seja, a compra se torna um remédio, muitas vezes viciante, para aliviar o estresse da vida. E, fazendo isso, não há uma busca para diminuir o problema. Pode-se, neste caso, começar um outro problema, o endividamento.

 

Há também as pessoas que não gastam o dinheiro do seu salário por um intenso medo de ficar sem ele. Elas acabam deixando de utilizar o dinheiro para melhorar a qualidade de vida enquanto o dinheiro fica parado em algum banco. É o caso em que não se usa o dinheiro em situações necessárias, como por exemplo, na compra de remédios, ou em roupas novas evitando utilizar o dinheiro e pensando apenas no acúmulo.

 

Nestas duas situações, é possível perceber que quando há um prejuízo para si mesmo ou para os familiares é muito importante ter a consciência de que há algo errado e que um especialista no assunto pode ajudar a minimizar esse sofrimento e as consequências não desejadas. Um psicólogo ou psiquiatra poderá ajudar, diagnosticando algum tipo de compulsão, obsessão ou outro tipo de problema.

 

Lembre-se que em todos os aspectos da vida, e, principalmente quando o assunto é finanças pessoais, o mais importante é o equilíbrio.

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