Quanto dá para economizar almoçando em casa?

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Sair para a rua com fome é quase um martírio. São inúmeras as opções de lanchonetes e restaurantes, com pratos e lanches diversificados, daqueles que não se come em casa. Massas, carnes, sanduíches, saladas, sobremesas. Só de pensar já dá água na boca! Mas este blog não é sobre culinária, certo? Então vamos falar sobre finanças. Será que comer na rua sai mesmo mais caro do que preparar a comida em casa?Segundo pesquisa realizada recentemente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), sim, os gastos são maiores. Muito maiores! O estudo aponta que comer em restaurantes pode sair até três vezes mais caro do que preparar as refeições na própria residência. Se isso não bastasse, os gastos com esse luxo estão aumentando acima da inflação com uma variação, nos últimos 10 anos, de 143%, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) subiu apenas 82%.

Claro, às vezes comer fora de casa faz parte do lazer, afinal de contas, nem sempre conseguimos elaborar aqueles deliciosos pratos. Mas é preciso haver um controle para que possamos conquistar outras metas financeiras na nossa vida. Ainda não está convencido do impacto que um simples almoço pode causar nas finanças pessoais? Então continue lendo este post e saiba exatamente o quanto pode ser economizado se começar a preparar a própria refeição!

O quanto pode ser economizado?

Vamos considerar um prato de R$ 15 reais, em um restaurante self-service, para começarmos as nossas estimativas. Também é importante fazer subdivisão em três grupos distintos, com perfis específicos: os que comem diariamente, os que se alimentam na rua durante os dias úteis e aqueles que frequentam restaurantes apenas nos finais de semana.

Lembre-se que estamos usando como referência os dados da FGV e considerando os gastos apenas de uma pessoa. Se o hábito é repetido por toda a família, o custo total pode ser astronômico no decorrer do tempo.

Consumidores assíduos

Em um mês, as pessoas que comem na rua diariamente poderiam economizar até R$ 300 reais por mês se abandonassem a prática. Em um ano, a economia seria de R$ 3.600. Em apenas seis meses já seria possível comprar um notebook de alguma marca de renome no mercado.

Consumidores de rotina

Em média, o segundo grupo de consumidores poderia economizar até R$ 220 por mês e R$ 2.640 por ano. Nos mesmos seis meses em que o primeiro grupo comprou o notebook, o segundo poderia comprar uma geladeira ou um fogão.

Consumidores ocasionais

Aqui, a economia média seria de R$ 80 por mês. Parece razoável, certo? Às vezes não vale a pena se privar de todos os luxos, afinal de contas, é para isso mesmo que economizamos. Sair para almoçar ou jantar com a família nos fins de semana é sempre um ótimo evento de lazer e é importante criar estes momentos.

Não podemos nos esquecer de que desconsideramos, nos cálculos acima, o consumo dos refrigerantes, cafés e sobremesas. Esses supérfluos costumam ser muito mais caros nos restaurantes, conforme veremos a seguir.

Sobremesas e cafezinhos: os maiores vilões

Se você não quer largar o costume de comer em restaurantes com frequência, nem tudo está perdido no campo financeiro. É possível reduzir bastante os custos com a refeição apenas cortando a sobremesa e o cafezinho no final. Segundo pesquisa realizada pela consultoria Gestão de Restaurantes, os gastos com esses supérfluos costumam representar um aumento de 36% na despesa ao comer fora de casa.

Um consumidor que paga R$ 15 com um prato, por exemplo, gastará R$ 5 com a bebida, R$ 4 com a sobremesa e R$ 2 com o cafezinho. Se fizermos a mesma experiência que apresentamos anteriormente, a economia diária com os dois últimos itens seria de R$ 6: R$ 180 reais por mês! Vale a pena ponderar esses custos para ter mais alívio no final do mês.

Pequenas economias, grandes conquistas

Enquanto estamos comendo, é difícil enxergar com clareza o estrago financeiro que essas pequenas despesas podem causar, mas, no final do mês, não podemos nos esquecer de que as dívidas contraídas para pagar as despesas fixas, como luz, telefone e internet, por exemplo, só foram necessárias graças aos pequenos desperdícios.

Lidar com finanças pessoais é estar atento o tempo todo que, na maioria dos casos, as dívidas contraídas e as dificuldades financeiras enfrentadas têm relação direta com o descontrole nos gastos. E os maiores vilões são aquelas despesas que negligenciamos. Por isso, ponha tudo na calculadora, avalie seus objetivos e saiba que mudar algumas atitudes pode ser o caminho para o sucesso!

Não é preciso virar um chef gourmet para economizar um pouquinho, comendo a comida caseira, concorda? Às vezes é melhor ter louça para lavar do que ver as finanças irem por água abaixo. Os cuidados não podem parar por aí! Acesse o nosso blog e fique por dentro de mais dicas!

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