Trocar de carro ou consertar o atual? Veja o que compensa mais!

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O brasileiro tem o costume de trocar de carro em média a cada três anos, sendo o povo que mais faz essa substituição.

 

Antes de comprar um veículo novo é preciso pensar se essa é realmente uma necessidade e o que vale mais a pena trocar de carro ou consertar o atual.

 

O novo nem sempre é vantagem, pois pode trazer mais gastos que o que já possui, entretanto, em algumas situações, a substituição é a melhor solução, principalmente para quem deseja economizar.

 

Avalie a sua necessidade em trocar de carro ou consertar o atual

 

Antes de trocar de carro pense se isso é mesmo necessário, pois, se você precisa para trabalhar ou se o atual já não atende as necessidades da família, pode ser interessante pensar no assunto.

 

Se a ideia é trocar apenas porque foi lançado um modelo mais novo e está querendo ter um, não é uma necessidade, apenas um desejo de ter uma versão mais nova.

 

Verifique a quilometragem

 

O ano de fabricação pode não ser tão importante quanto a quilometragem, afinal, é ela que demonstra o quanto o veículo está desgastado e quando pode começar a apresentar problemas.

 

Até os 60.000 km não terá grandes problemas. Nesse caso será preciso fazer apenas as manutenções preventivas que possuem um baixo custo. Acima disso, a vida útil do veículo começa a ficar comprometida, as peças estarão bem mais desgastadas e será preciso ir para a oficina com maior frequência.

 

Considere a manutenção

 

Os custos com a manutenção passam a ser mais elevados quando a quilometragem está alta, mas, ainda sim, é preciso considerar se as peças do seu carro são caras ou baratas.

 

Não adianta substituir um carro popular com baixo custo de manutenção por um top de linha com peças extremamente caras. Se fizer isso, até mesmo a manutenção preventiva do veículo novo pode sair mais cara.

 

Dependendo do custo da manutenção em relação ao do veículo existe um grande indicativo de que está na hora de trocar. Se na oficina será cobrado R$ 2 mil pelo serviço e o carro vale R$ 20 mil, quer dizer que os gastos já estão bastante elevados.

 

Outro ponto é em relação ao serviço que está sendo feito, pois em algumas manutenções pode ser que o desempenho caia, mesmo com o serviço feito corretamente. Isso ocorre devido ao desgaste e substituições de peças que impactam no funcionamento.

 

Se os custos estão muito elevados e o desempenho baixo, não há motivo para ficar com o carro.

 

Analise se os valores compensam

 

Os custos sempre são uma preocupação e devem ser considerados. Se tem um carro mais antigo que está exigindo um pouco de manutenção, entenda qual o custo dessa. Converse com o mecânico e verifique se vale a pena manter o veículo ou se o verá frequentemente.

 

Pode ser que você tenha um veículo completo, top de linha e que atenda bem às suas necessidades. Se for vender e comprar um novo, pode ser que o que ele render dê para pagar apenas um modelo de entrada que não possui metade dos acessórios que o atual.

 

Em alguns casos pode ser mais vantajoso manter o modelo antigo para economizar um pouco e garantir alguns confortos.

 

Outro custo que deve ser considerado é o do seguro do carro, já que o valor muda conforme o modelo e ano do veículo.

 

Faça as contas para saber se o financiamento cabe no seu bolso

 

Um fator decisivo para saber se vale a pena trocar de carro ou consertar o atual é pensar na parte financeira.

 

Provavelmente o carro novo será pago por financiamento e o mais comum é dar o veículo usado como entrada.

 

Se optar por um carro 0km deve considerar que ele desvaloriza cerca de 20% no primeiro ano, o que diminui o valor de revenda, conforme preços da tabela Fipe. No caso de um seminovo, a desvalorização será menor, entretanto, nos dois casos os custos serão acima do que o do seu carro atual.

 

Mesmo dando uma entrada, terá que verificar se as parcelas caberão no seu orçamento, pois elas podem ter um valor elevado, sem falar que podem ser cobradas por meses.

 

Para isso é preciso considerar a sua estabilidade financeira para conseguir arcar com esse custo e outros que surgirão por conta do novo veículo, como documentação e manutenções preventivas.

 

Trocar de carro ou consertar o atual dependerá da necessidade de cada pessoa e do orçamento disponível. Faça as contas e avalie qual será mais vantajoso não apenas financeiramente, mas, que ofereça um carro que atenda às exigências do motorista.

 

Por Jeniffer Elaina, do SeguroAuto.org

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