6 dicas incríveis para fazer um investimento a longo prazo eficiente!

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Fazer um investimento a longo prazo é uma ótima opção para quem quer planejar um futuro com tranquilidade. Quem se programa com bastante antecedência, por exemplo, por meio de aplicações financeiras, pode conquistar uma renda complementar segura quando se aposentar e, assim, não depender somente da Previdência Social ou mesmo da previdência privada. Porém, para que essa estratégia dê realmente certo, é necessário aplicar as economias em investimentos que possuam retorno acima da caderneta de poupança e da inflação.

 

Se você quer começar a trilhar o seu futuro de sucesso desde já, confira as seis dicas a seguir para ter mais eficiência nas suas aplicações financeiras!

 

Plante hoje para colher mais tarde

 

Quem adquire o hábito de economizar geralmente consegue ter um consumo consciente ao fazer um uso racional do dinheiro. Com o resultado dessa atitude, ou seja, a quantia poupada, você pode fazer um investimento a longo prazo. A vantagem de ter esse tipo de postura quando ainda se é jovem é o fato de ter bastante tempo para “plantar” sementes de riqueza para colhê-las na aposentadoria. Além disso, quem começa a investir cedo pode aproveitar o auge da carreira, período em que se ganha mais, para fazer aportes mensais maiores e acumular patrimônio mais rápido.

 

Descubra a relação entre investimento a longo prazo e risco

 

O mercado financeiro dispõe de diversos tipos de aplicações, para curto, médio ou longo prazo. Além disso, é possível encontrar investimentos com diferentes tipos de risco. Para escolher a melhor aplicação para o seu caso, é importante definir de antemão o uso que fará do dinheiro acumulado, isto é, estabelecer o seu próprio objetivo financeiro. Por exemplo, entre as metas possíveis, estão fazer um investimento a longo prazo para garantir a aposentadoria ou pagar a faculdade dos filhos. O tempo que você tem para poupar, até precisar fazer o resgate da aplicação, pode ser um critério para a escolha do melhor tipo de investimento.

 

Quem é jovem e, portanto, tem muito tempo até se aposentar, pode correr mais riscos na hora de investir. Afinal, caso haja alguma perda, será possível recuperar esse eventual prejuízo, como pode ocorrer na chamada renda variável. Porém, se você já está perto da aposentadoria ou possui um perfil conservador, de quem não quer perder dinheiro de jeito nenhum, uma opção mais adequada é investir em aplicações seguras, que visem à preservação do patrimônio.

 

Perceba a relevância da variável tempo

 

No mercado financeiro, geralmente o longo prazo compreende um tempo maior do que cinco anos. Ainda assim, quem tem como objetivo financeiro garantir uma aposentadoria tranquila, pode fazer investimento a longo prazo com 10, 20 ou 30 anos.

 

Nos casos das aplicações de renda fixa, que funcionam como uma espécie de empréstimo remunerado com juros, a variável tempo pode ser decisiva no resultado final. Por exemplo, quando há a incidência de juros compostos sobre a aplicação, a rentabilidade tende a ser mais acelerada no decorrer do tempo. Afinal, o efeito dos “juros sobre juros” se dá sobre o montante acumulado e não só sobre o capital inicialmente investido. Logo, se você faz aportes mensais na aplicação, aumenta ainda mais esse efeito.

 

Escolha o melhor tipo de investimento

 

Quem opta por fazer um investimento a longo prazo possui algumas vantagens em relação a quem quer aplicar o dinheiro por prazos menores. Por exemplo, grande parte das aplicações de renda fixa, como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e os títulos públicos do Tesouro Direto, possui uma tabela regressiva de Imposto de Renda. A menor alíquota, de 15%, incide sobre as aplicações com mais de 720 dias. Logo, ter a tributação como um dos critérios de escolha da aplicação mais adequada para o objetivo financeiro é uma opção do investidor.

 

Vale lembrar que algumas categorias de investimentos, como os títulos públicos, possuem uma subdivisão de produtos financeiros. Por exemplo, é possível investir no Tesouro Prefixado, que paga uma taxa de juros acordada no ato da aplicação, no Tesouro IPCA+, que remunera uma taxa prefixada mais a variação da inflação, ou ainda no Tesouro Selic, que paga a variação da taxa básica de juros da economia. Nesse caso, cada tipo de título público é mais adequado para um contexto econômico específico e para um determinado prazo. Ainda assim, se você quer proteger o poder de compra, uma opção é investir no Tesouro IPCA+, que preserva o dinheiro do ataque da inflação.

 

Outra opção de investimento a longo prazo é a compra de ações de empresas na Bolsa de Valores. Mesmo que faça parte da renda variável, ou seja, que pode subir ou descer, o mercado acionário historicamente tem potencial de ganho superior às aplicações de renda fixa. É claro que, para ter êxito nesse tipo de investimento, é necessário escolher ações de companhias com boa saúde financeira. Afinal, empresas que têm resultado positivo distribuem parte dos lucros para os acionistas na forma dos chamados dividendos.

 

É bem verdade que também é possível comprar ações quando os preços estiverem baixos e vendê-las quando as cotações subirem. Porém, nesse caso é preciso ter certo conhecimento do mercado para encontrar ações com valores atrativos e potencial de crescimento. O fato é que o longo prazo é o tempo ideal para que empresas deem resultados consistentes, principalmente quando se investe num período de crise econômica.

 

Diversifique

 

Por mais seguro que seja um investimento a longo prazo, sempre há riscos envolvidos. A poupança, por exemplo, já chegou a ser confiscada pelo governo na década de 1990. Logo, para evitar transtornos no futuro, é recomendável que você diversifique as suas aplicações financeiras com base no seu perfil de risco (conservador, moderado ou agressivo). Por exemplo, há pessoas que colocam uma porcentagem do patrimônio na renda fixa e outra na renda variável. Dentro de cada classe, ainda há uma subdivisão do capital aplicado.

 

Existem investidores que não colocam só dinheiro em ativos financeiros, mas também em imóveis, terrenos, obras de arte etc. Além dos investimentos em si, também é importante manter uma reserva de emergência para cobrir imprevistos e, com isso, não precisar resgatar o dinheiro de um investimento a longo prazo.

 

Reavalie

 

Como você deve saber, a economia é dinâmica. Logo, uma aplicação que pode ser adequada para um momento pode não ser para outro. Por isso, mesmo no longo prazo, é importante reavaliar de tempos em tempos as aplicações, para saber se estão no caminho certo. Com ajustes precisos, é possível aproveitar as oportunidades de cada contexto econômico. Dessa forma, você conseguirá formar um patrimônio sólido, capaz de assegurar a você uma aposentadoria tranquila sem dependência do INSS.

 

Você costuma fazer investimento a longo prazo? Quais critérios utiliza para escolher a melhor aplicação financeira? Conte pra gente nos comentários aqui do blog. Participe!

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