8 dicas matadoras para sair do vermelho

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A situação é mais comum do que se imagina: uma conta atrasada aqui, um gasto mais alto ali e, pronto, as dívidas se acumularam e ficou difícil manter os pagamentos em dia.

 

A situação não é a ideal, mas com planejamento, organização e, principalmente, determinação, é possível virar o jogo e voltar a ter as finanças em dia. Para isso, é importante saber qual é sua real situação financeira, quais são as dívidas mais altas e partir para a renegociação com os credores.

 

Veja a seguir dicas para conseguir sair do vermelho e se organizar financeiramente!

 

1. Saiba qual é a real situação das suas dívidas

 

O primeiro passo para sair do vermelho é saber qual é a real situação das suas finanças e das suas dívidas. Coloque no papel quanto você está devendo, há quanto tempo e para quem. Mesmo os pequenos débitos não devem ficar de fora desse diagnóstico.

 

2. Faça uma análise completa do seu orçamento financeiro pessoal

 

Dívidas devidamente listadas, é hora de dedicar um tempo à análise do orçamento financeiro pessoal para traçar um plano a fim de quitar as pendências. Liste todas as receitas que recebe, como salário, aluguel, dinheiro extra etc. Em seguida, coloque no papel as despesas fixas, como aluguel, condomínio e contas de água, luz etc. Por fim, liste outros tipos de gastos variáveis, como restaurante, compras, cuidados pessoais etc. Com essas informações, você tem a possibilidade de descobrir onde é possível cortar gastos para quitar as dívidas existentes e sair do vermelho.

 

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3. Priorize as dívidas mais altas

 

Dívidas no cheque especial e rotativo do cartão de crédito cobram alguns dos juros mais altos do mercado. Por isso, é importante dar prioridade a elas na hora de renegociar com os credores a fim de evitar o famoso efeito bola de neve. Uma dívida de R$ 2 mil no cartão pode chegar a R$ 10 mil em poucos meses caso seja deixada de lado. Aja rápido.

 

4. Considere trocar uma dívida alta por uma com juros mais baixos

 

Caso não tenha recursos suficientes para quitar dívidas altas, como cartão de crédito e cheque especial, considere trocá-las por modelos que cobrem juros mais baixos, como um empréstimo consignado ou crédito pessoal. Uma dívida no cartão de crédito, por exemplo, pode cobrar juros de 18% ao mês, enquanto o crédito pessoal tem uma taxa de 10% ao mês. Coloque na ponta do lápis para avaliar se vale a pena.

 

5. Busque renegociar os débitos com os credores

 

Depois de saber exatamente quanto deve, há quanto tempo e para quem, é importante buscar renegociar as dívidas com os credores. Antes mesmo de entrar em contato com as empresas, prepare uma proposta de pagamento de acordo com as suas possibilidades financeiras. Tenha em mente que a negociação é positiva para os dois lados, afinal, tudo o que credor quer é receber. Caso possa pagar a dívida à vista com a venda de algum bem, por exemplo, negocie um desconto no valor total.

 

6. Reorganize-se para evitar novas dívidas

 

Ter sucesso na renegociação das dívidas não basta. Para ter uma vida financeira saudável, é preciso mudar hábitos e rever sua relação com o dinheiro. Assim, você evita ficar no vermelho novamente. Corte gastos desnecessários, como assinatura de revistas que nunca lê e academia que nunca vai, e mude comportamentos que prejudicam suas finanças, como compras por impulso.

 

7. Fuja dos parcelamentos

 

Para sair do vermelho — ou fugir dele — é importante ter atenção especial às compras parceladas. Dividir o valor em várias vezes passa a falsa ideia de que a aquisição não comprometerá o orçamento. No entanto, quando as parcelas passam a se acumular, o impacto nas finanças é considerável. É importante ainda ficar atento aos juros que muitas vezes estão embutidos no valor das parcelas. A melhor prática é sempre juntar dinheiro para comprar o bem ou contratar o serviço à vista.

 

8. Crie uma reserva de emergência

 

Depois de sair do vermelho e analisar hábitos que são prejudiciais para suas finanças, dê um passo importante para a segurança financeira: separe todo mês uma quantia para criar um fundo de emergência. Essa reserva, que deve ter valor equivalente a, pelo menos, três meses de gastos, evita que você tenha que recorrer a empréstimos e cheque especial em caso de emergência, como uma doença na família ou obras em casa.

 

Com planejamento e organização, sair do vermelho é possível. Para não passar por essa situação novamente, investir no controle financeiro e no corte de gastos são dois passos essenciais. Não gaste mais do que ganha e crie uma reservar de emergência para gastos que não foram previstos. Gerencie suas finanças com sabedoria e viva com mais segurança.

 

Gostou deste post? Não deixe de ler também o post que fala sobre sinais de que você está no vermelho.

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